Vera Mattos Presidente da Fundação Maria Lúcia Jaqueira de Mattos Dirigente da Seção Bahia - do Capítulo Brasil do Fórum de Mulheres do Mercosul Dirigente da Rede Risco Mulher Brasil Membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública http://www.forummulheresmercosul.blogspot.comMémbro da Rede Nacional de Direitos Humanos. Membro do Estado de Paz. Visitem:
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quarta-feira, 28 de julho de 2010
ENC: A cada 2 horas, uma mulher é morta no Brasil
terça-feira, 27 de julho de 2010
Termina reconstituição do atropelamento de Rafael Mascarenhas, filho da atriz Cissa Guimarães .

RIO - A Polícia Civil realizou na madrugada desta terça-feira (27) a reconstituição do atropelamento que provocou a morte do músico Rafael Mascarenhas, filho da atriz Cissa Guimarães. A simulação aconteceu no Túnel Acústico, na Gávea, e durou cinco horas e quarenta minutos.
Coordenado pela delegada Bárbara Lomba, da 15ª DP (Gávea), o trabalho dos peritos e dos policiais começou por volta de 0h30m. O Túnel Acústico teve que ser interditado nos dois sentidos, e foi fechado pontualmente à meia-noite.
Os skatistas João Pedro Gonçalves e Luiz Quinderé, que estavam com Rafael na noite do acidente, foram os primeiros a chegar ao local. Um skatista cumpriu o papel de Rafael Mascarenhas.
A polícia também ouviu as versões de Rafael Bussamra, que confessou ter atropelado o músico. Os três amigos de Bussamra que estavam com ele na noite do acidente também foram convocados a participar. Os policiais militares Marcelo Leal de Souza Martins e Marcelo Bigon, acusados de terem cobrado propina de Rafael logo após o atropelamento, não participaram da reconstituição.
A simulação foi acompanhada pelos irmãos de Rafael Mascarenhas, Thomaz e João Velho. Emocionado, João disse que esteve no local para dar apoio aos amigos do irmão.
- Vim dar uma força aos amigos do meu irmão. A gente confia muito no trabalho da Polícia. Foi um momento difícil vir para cá. Desde o momento em que cheguei, até agora está tudo muito difícil de superar - desabafou.
Questionado sobre qual o seu maior desejo, diante de toda essa situação, João Velho foi categórico:
- Justiça.
Thomaz e João Velho deixaram o local por volta das 3h. A missa de sétimo dia da morte do músico Rafael Mascarenhas será realizada nesta terça-feira, às 19h30m, na Igreja Nossa Senhora da Paz, em Ipanema.
Os dois policias acusados de terem cobrado propina da família do atropelador de Rafael Mascarenhas serão ouvidos na delegacia nesta quarta-feira. A Polícia Civil investiga se uma terceira pessoa teria ajudado nas negociações entre os PMs e o atropelador.
Nesta segunda-feira, a família Bussamra divulgou uma nota de apoio aos parentes de Rafael Mascarenhas. O texto diz que o atropelador trabalha, estuda e não tem vícios.
Bárbara Lomba disse na tarde desta segunda-feira que Rafael Bussamra e o pai dele, Roberto Bussamra, devem também ser indiciados por corrupção ativa. Os dois policiais devem responder por corrupção passiva.
Conclusão do inquérito sobre o assassinato da advogada Mércia Nakashima.

inquérito e pede prisão de ex de Mércia.
Agência Estado - O delegado do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Antônio de Olin, entregou no fim da manhã de hoje no Fórum de Guarulhos, na Grande São Paulo, a conclusão do inquérito sobre o assassinato da advogada Mércia Nakashima
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Vera Mattos: Mais de 41.500 mulheres assassinadas em uma década...
domingo, 11 de julho de 2010
Enc: [Vera Mattos] Covardia: uma mulher é morta a cada duas horas no Brasil.
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sábado, 10 de julho de 2010
[Vera Mattos] Crimes bárbaros contra as mulheres. Somos todas vulneráveis.
Vera Mattos Presidente da Fundação Maria Lúcia Jaqueira de Mattos Dirigente da Seção Bahia - do Capítulo Brasil do Fórum de Mulheres do Mercosul Dirigente da Rede Risco Mulher Brasil Membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública http://www.forummulheresmercosul.blogspot.comMémbro da Rede Nacional de Direitos Humanos. Membro do Estado de Paz. Visitem: --- Em sáb, 10/7/10, Vera Mattos <veramattos@ymail.com> escreveu: Assunto: [Vera Mattos] Crimes bárbaros contra as mulheres. Somos todas vulneráveis. |
Olhe para este assassino. Um covarde. E se ele matasse a sua filha?
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quarta-feira, 7 de julho de 2010
Enc: [Vera Mattos] Caso Bruno. Veja o monstro. Veja o matador ou o mandante. Veja ...
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Enc: [Vera Mattos] Eliza Samudio.Caso Bruno.Você vai ficar calada ou calado?
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Enc: [Vera Mattos] Em depoimento, menor afirma que partes do corpo de Eliza foram ...
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terça-feira, 6 de julho de 2010
Acostumando-se a migalhas amorosas.
Acostumando-se a migalhasA questão do acostumar-se com o pouco ou quase nada acaba com nossa autoestima. Acaba com qualquer possibilidade de relacionamento. Primeiro porque a relação em si começa doente. Um que não pode ou não quer dar quase nada e, outro – carente – que aceita o pouco, ou melhor, as migalhas. Parece normal? Sabe aquele ditado "ruim com ele pior sem ele"? Pois é, tem muita gente vivendo assim. Com essa dinâmica, essa tônica. Imagine que se perderem essa sua única fonte de "restos" vão ficar à deriva. Famintos, impotentes, sem poder… Receber migalhas afeta nossa autoestima e com o tempo vamos achando que é isso o que merecemos. Que não nascemos para ser totalmente felizes. Que ok, podemos viver dessa maneira – mendigos ambulantes – à espreita do outro. De uma distração sua, ou ainda quem sabe de um "raio" de consideração que esse apresenta vez ou outra. Você deve conhecer dezenas de pessoas que vivem exatamente como estou colocando. Infelizmente, caímos nessa armadilha. Investimento Começamos a relação para investir, achamos que tudo bem – se o outro não estiver totalmente inteiro, tocamos, deixamos o tempo passar e, quando acordamos, foram-se meses, anos, uma vida – num relacionamento infundado que nunca, nunca vai sair desse marasmo – até porque foi concebido dessa forma. Bem, então, qual o nosso papel nessa relação? Encolher? Não cobrar, não atormentar o outro com nossos desejos, nossas inquietações, nossos sonhos? Deixar a vida passar? Não sorrir? Não incomodar? Enfim, numa situação que beira o masoquismo – nosso papel se limita a acabar com nossa felicidade e, o pior, vivermos esfomeados com base na benevolência do outro – que pode ou não acontecer… Arrastando-se Qual o papel do outro nessa história além de ser complementar à nossa neurose? Continuar exatamente como sempre foi – ou seja, mesquinho, inseguro, indefinido, inconstante. Aquele que dá pouco, muito pouco, tão pouco que a relação pode se arrastar indefinidamente… Preste atenção nisso. Ouvi esse comentário de um mestre esta semana: aquele que se preserva para viver relações paralelas ou que não tem condições de se abrir e viver uma história por inteiro não vive e não deixa viver. Pode viver assim distribuindo afagos poucos indefinidamente – afinal, nada muda em suas vidas… Aquele que não está presente, não pode atender ao telefone, não pode te ver não está nem aí para suas necessidades. Não comparece e – perdoe-me – não são forcas ocultas que o impedem. Não são problemas ligados ao trabalho, à família, à vida, à frustração etc, etc… Apenas entenda que este que não pode – NÃO QUER, NÃO TE ESCOLHEU, NÃO VAI ESCOLHER, NÃO VAI MUDAR… Vai manter tudo como uma história mais ou menos de amor… Ele pode mudar? Talvez. Quem sabe se um raio cair na sua cabeça e então – BINGO – la estará ele, pelo menos por um período, cheio de amor para dar… O que pode ser esse raio? Um enfarto fulminante, um acidente, uma perda, um acordo daqueles do tipo – a companheira ou companheiro entram com o pé e ele… Bem, você sabe… Ação Parece duro, mas não! Não acontece. E então, o que fazer? Nesses casos podemos deixar tudo como está e parar de reclamar ou pensar em algumas alternativas para fazer o outro acordar e entrar de vez ou sair da relação. A questão é: estamos prontos para sair fora? Estamos prontos para começar de novo? Se sim, podemos agir de diferentes formas para ver qual a reação do outro – o que acontece com a relação se mudarmos… Primeiro, podemos escolher esfriar para ver se o outro se liga que existimos de fato. E, então, quem sabe, possamos investir em resgatar sonhos, desejos, ou seja, mudar o foco… A vida agradece. Segundo, podemos pressionar o outro de vez e dar um prazo, algo do tipo "basta"… E, por último, podemos ainda ROMPER. Por um ponto. Acabar. Terminar. Escolher viver outra historia. Outra vida, outra relação… Fácil? Não. Não e nada fácil. E possível mesmo que seja necessária ajuda psicológica. Para sair de determinadas relações, precisamos recuperar a autoestima. E isso nem sempre é tão simples como parece… De todo modo, todo passo demanda uma decisão, uma escolha. Depois, no nosso tempo, e só caminhar… Escolhas, sempre escolhas. Sandra Maia |
domingo, 4 de julho de 2010
Enc: [RISCO MULHER BRASIL] ONU cria nova estrutura para o empoderamento das mulheres.
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ONU cria nova estrutura para o empoderamento das mulheres.
Criação da Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Vera Mattos Presidente da Fundação Maria Lúcia Jaqueira de Mattos Dirigente da Seção Bahia - do Capítulo Brasil do Fórum de Mulheres do Mercosul Dirigente da Rede Risco Mulher Brasil Membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública http://www.forummulheresmercosul.blogspot.comMémbro da Rede Nacional de Direitos Humanos. Membro do Estado de Paz. Visitem: |
Enc: [Vera Mattos] Dez mulheres são mortas por dia no Brasil, aponta estudo.
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Dez mulheres são mortas por dia no Brasil, aponta estudo.
Em dez anos, dez mulheres foram assassinadas por dia no Brasil. Entre 1997 e 2007, 41.532 mulheres morreram vítimas de homicídio - índice de 4,2 assassinadas por 100 mil habitantes. Elas morrem em número e proporção bem mais baixos do que os homens (92% das vítimas), mas o nível de assassinato feminino no Brasil fica acima do padrão internacional. O índice se mantém em patamares quase constantes nos últimos anos, apesar de registrar ligeira queda - era 4.022 em 2006 e baixou para 3.772 em 2007.
Os resultados são um apêndice, ainda inédito, do estudo Mapa da Violência no Brasil 2010, do Instituto Zangari, com base no banco de dados do Sistema Único de Saúde (Datasus). Os números mostram que as taxas de assassinatos femininos no Brasil são mais altas do que as da maioria dos países europeus, cujos índices não ultrapassam 0,5 caso por 100 mil habitantes, mas ficam abaixo de nações que lideram a lista, como África do Sul (25 por 100 mil habitantes) e Colômbia (7,8 por 100 mil).
Algumas cidades brasileiras, como Alto Alegre, em Roraima, e Silva Jardim, no Estado do Rio de Janeiro, registram índices de homicídio de mulheres perto dos mais altos do mundo. Em 50 municípios, os índices de homicídio são maiores que 10 por 100 mil habitantes. Em compensação, mais da metade das cidades brasileiras não registrou uma única mulher assassinada em cinco anos.
Outro contraste ocorre quando são comparados os Estados brasileiros. Espírito Santo, o primeiro lugar no ranking, tem índices de 10,3 assassinatos de mulheres por 100 mil habitantes. No Maranhão é de 1,9 por 100 mil. "Os resultados mostram que a concentração de homicídios no Brasil é heterogênea. Fica difícil encontrar um padrão que permita explicar as causas", afirma o pesquisador Julio Jacobo Wiaselfisz, autor do estudo.
São Paulo
São Paulo é o quinto Estado menos violento do Brasil, com índice de 2,8 por 100 mil habitantes. Mas a taxa é alta se comparada à de Estados norte-americanos, como Califórnia (1,2) e Texas (1,5). "Quanto mais machista a cultura local, maior tende a ser a violência contra a mulher", diz a psicóloga Paula Licursi Prates, doutoranda na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, onde estuda homens autores de violência. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte:Estadão.
Enc: [Vera Mattos] Veja o que o TRE não divulga:listagem de políticos com acusação...
Vera Mattos Presidente da Fundação Maria Lúcia Jaqueira de Mattos Dirigente da Seção Bahia - do Capítulo Brasil do Fórum de Mulheres do Mercosul Dirigente da Rede Risco Mulher Brasil Membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública http://www.forummulheresmercosul.blogspot.comMémbro da Rede Nacional de Direitos Humanos. Membro do Estado de Paz. Visitem: --- Em dom, 4/7/10, Vera Mattos <veramattos@ymail.com> escreveu:
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