segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

VERA MATTOS: BRUNI CONTINUA SOFRENDO EM ITACARÉ. QUANDO A BAHIA TERÁ DE FATO UMA POLÍTICA PARA AS MULHERES? LEIS O BRASIL TEM. MAS QUEM SE INTERESSA POR ISTO?

VERA MATTOS: BRUNI CONTINUA SOFRENDO EM ITACARÉ. QUANDO A BAHIA TERÁ DE FATO UMA POLÍTICA PARA AS MULHERES? LEIS O BRASIL TEM. MAS QUEM SE INTERESSA POR ISTO?

VERA MATTOS: VERA MATTOS CONCEDE ENTREVISTA EXCLUSIVA A SANDRAH SAGRADO. EM PAUTA: DIREITOS HUMANOS.

VERA MATTOS: VERA MATTOS CONCEDE ENTREVISTA EXCLUSIVA A SANDRAH SAGRADO. EM PAUTA: DIREITOS HUMANOS.

Enc: Convite - Mães da Sé



Jornalista Vera Mattos
Presidente da Fundação Maria Lúcia Jaqueira de Mattos
Dirigente da Seção Bahia - do Capítulo Brasil
do Fórum de Mulheres do Mercosul
Dirigente da Rede Risco Mulher Brasil
 
http://www.fundadacaojaqueira.org.br




No próximo dia 02 de março de 2009, às 16:30, será realizada a ação de mobilização das Mães da Sé em parceria com a Associação Paulista de Medicina de São Paulo. As famílias que tem parentes desaparecidos, principalmente crianças, e moram em outras cidades deverão entrar em contato através do e-mail maesdase@globo.com, para que os seus nomes sejam incluídos na listagem da APM, que é a responsável pelo pagamento das diárias do hotel onde as famílias ficarão hospedadas. Algumas autoridades estarão presentes e essa é mais uma oportunidade para que as mães divulguem as fotos dos seus filhos.

Confira o horário da programação:
16:30 – Reunião das Mães da Sé na escadaria da Catedral com as fotos das crianças
17:00 – Caminhada silenciosa no entorno da Catedral
17:45 – Entrada das Mães na Catedral – Pronunciamentos
18:00 – Celebração da missa
19:30 – Encerramento

Contamos com a presença de todos os amigos.

Ornella/Chepy aguivé
www.divulgandodesaparecidos.org





Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10 - Celebridades - Música - Esportes

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

De uma mulher lúcida e batalhadora!


Por Ana Maria Bruni

Você quer criar seus filhos num país assim?
Onde o voto dos que voce elegeu é fechado?
Onde constroem castelos e compram aviões em tempos de crise e de fome?
Onde guardam dólares na cueca e liberam criminosos?
Onde a fome impera pela seca, pelas enchentes e em foruns se discute a liberalização da maconha enquanto as cidades estão tomadas pelo tráfico, morte e violência?
Onde crianças,mulheres,idosos e defensores de direitos humanos são perseguidos, mortos, difamados?
Onde existe tráfico de órgãos?
Onde a justiça e representantes do governo são ladrões e corruptos e não são punidos?
Onde procuram separar o povo por raça e cor?
Onde os orgãos de segurança são prevaricadores e criam milícias?
Voce pergunta que país é este?
Diziam que seria o país do futuro e o este futuro para mim é agora!
Que país é este?
Voce quer viver em um país como este?

http://www.territoriomulher.com.br/

Ana Maria C. Bruni

 
 
 

Desde que morra o vizinho e não os meus

Em resposta ao tópico
 
Sim Sim...

Desde que morra o vizinho e não os meus, e que minhas bolsa-tudo continuem pingando no meu cartão-cidadão-votante e que ainda tenha carnaval, feriados e muita Bunda na TV.
 
Leia na íntegra no Blog Entregrupos

Além de cega, muda!

Além de cega, muda!

Maria Berenice Dias*

A Constituição Federal (clique aqui) elege o respeito à dignidade da pessoa humana como base de um Estado que se quer Democrático de Direito, consagrando enorme rol de princípios, garantias e direitos. No entanto, para dar efetividade a todos os esses comandos, é necessário o suporte da legislação infraconstitucional.

Como o legislador se omite, deixando de cumprir o seu papel institucional, acaba o Poder Judiciário assumindo o encargo de garantir ao cidadão os direitos que lhe são assegurados pela Carta Magna. Cada vez mais os juízes estão conscientes desta verdadeira missão de preencher os vazios da legislação segundo os desígnios constitucionais. A carência de norma legal não torna o pedido de tutela juridicamente impossível. A falta de lei não significa inexistência de direito, e o magistrado não pode barrar o acesso à justiça alegando ausência de previsão legislativa. Afinal, o juiz não é somente a boca da lei como dizia Montesquieu.

O dever de julgar, independente do respaldo em norma legal expressa, é o poder judicial mais significativo e precisa ser exercido de forma responsável e corajosa. O ato de julgar não se esgota em dar uma resposta às partes. Vai além. Cada julgamento leva à construção da jurisprudência, que, ao consolidar-se, acaba pressionando o legislador a editar leis segundo as diretrizes ditadas pela Justiça.

Decisões judiciais pioneiras e de vanguarda, que conferem direitos que não tem previsão na lei, mas nos princípios constitucionais são de enorme repercussão por garantirem o exercício da cidadania. Forjam mudanças, estabelecem novos paradigmas que servem de pautas de conduta à sociedade e acabam por provocar avanços de ordem cultural. E, no momento em que a orientação jurisprudencial é transformada em normas legais, consolida-se a democracia. Deste modo, mister reconhecer que a sociedade avança na medida em que o Judiciário assegura eficácia à Constituição.

Um belo exemplo são as uniões homoafetivas. A covarde omissão do legislador em editar leis que as regulamentem levou o Judiciário a inserir no sistema jurídico as uniões de pessoas do mesmo sexo. Os avanços são vagarosos. Mas, na medida em que os tribunais se posicionam, os juízes acabam acolhendo a orientação majoritária. E, cristalizada a jurisprudência, tal motiva o exercício do direito e a proliferação de demandas. Outra não será a saída senão a edição de leis chancelando os direitos consagrados em sede jurisprudencial.

Todavia, para que este saudável movimento ocorra, mister que as decisões judiciais estejam acessíveis. E, todos que buscam a jurisprudência, sabem da dificuldade de proceder-se a essa pesquisa. No âmbito da justiça estadual, como os tribunais são distintos, cada um tem - ou deveria ter - disponível, via internet, suas decisões. Assim, para uma singela consulta é necessário acessar o site de cada um dos Estados. Porém, a grande maioria não disponibiliza os julgamentos proferidos. A justificativa é de que processos correm em segredo de justiça, sem atentar que basta excluir o nome para garantir a privacidade das partes.

Diante dos avanços tecnológicos da comunicação virtual, é inaceitável não se ter acesso ao que decide a Justiça de todo o país. Apesar das sugestões encaminhadas ao Conselho Nacional de Justiça, ainda não foi implantado um sistema unificado, que permita, com agilidade, proceder-se à pesquisa de determinado tema e obter informações sobre as decisões existentes em cada um dos Tribunais.

O Poder Judiciário tem o dever de disponibilizar os seus julgamentos. Tanto os acórdãos dos tribunais como as sentenças dos juízes. A dificuldade de acesso à jurisprudência desrespeita o direito de acesso à informação. Trata-se de omissão que afronta um punhado de princípios constitucionais, não se podendo afirmar que se viva em um Estado Democrático de Direito, quando um dos poderes da República não dispõe de transparência.

De há muito é contestada a representação da Justiça por uma deusa cega. Themis não serve mais para significar que a justiça deve ser igual para todos. Para ser justa, a justiça precisa ver as diferenças. Mas, pelo visto, além de cega, a Justiça também é muda, pois não há como se saber o que ela diz!

________________

*Vice-presidente nacional do IBDFAM - Instituto Brasileiro de Direito de Família
tp://www.migalhas.com.br/mostra_noticia_articuladas.aspx?cod=77889

http://itacarenews.blogspot.com/2009/02/alem-de-cega-muda.html

disse Gandhi

Se ages contra a Justiça e eu te deixar agir, então a Injustiça é minha.

Mahatma Gandhi

Para Povos Tolos

Não existe tortura.
Não existe abuso de autoridades.
Não existe impunidade.
Não existe corrupção
Não existe pedofilia
Não existem mortes
Não existem espancamentos
Não existe violência
Não existem Juizes criminosos
Não existem promotores criminosos
Não existem senadores criminosos
Não existem deputados criminosos
Não existem vereadores criminosos
Não existem policiais criminosos
Não existem criminosos

Existem povos tolos que se desarmaram, que continuam votando em criminosos e abaixam a cabeça covardemente para aqueles da lei, mesmo sabendo que são criminosos!

Estejam atentos povos tolos!

Ana Maria C. Bruni

www.territoriomulher.com.br

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Nomes que se vão: Regina Coelli

A jornalista Regina Coeli faleceu, foi velada e enterrada neste domingo, no Cemitério Campo Santo. Família, colegas de profissão e amigos compareceram ao local para dar seu adeus à colunista.
 
 Regina já havia trabalhado nos jornais Diário de Notícias, Jornal da Bahia, na TV Bahia, TV Aratu e atualmente assinava a coluna 'Nomes', no jornal A Tarde. Além disso, há 15 anos ela mantinha uma assessoria de imprensa. Ela deixou marido, João Souza Filho, três filhos, Nélson, Sérgio e Ana Virgínia; e uma neta, Caroline....
 
A jornalista Vera Mattos abraça a família.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Onde eu levo ao ralo o horror que fizeram?

Chega de ter medo serem homens, golpes ou arremessos.
Também precisa dar fim ao que permanece lembrando...
Não agüento mais a minha intimidade que lembra estrela vista de dor.

Como é cansativa a convivência com o corpo depois de devastado.
Não há banho que lave. Não há tempo que distancie. Pés das mãos.
Onde eu levo ao ralo o horror que fizeram?
É tão fácil perdoar humilhação...
Continuar a vida sem saber se um dia passa a lembrança é igual torcer roupa chorada.
Não está suficiente para isso, nem um balde cabe toda a lágrima...
Onde eu levo a tristeza para conhecer a alegria?
 
Do HUMANJO
..
o lamento das violentadas..
 
Como permitem que filhas desta terra sejam estupradas?
 
Nesta guerra de lamentos em vozes emudecidas pela falta de solidariedade e de princípios em nosso país,  mulheres sucumbem a dor de violações físicas e pela violação de seus direitos.
 
e onde estão os homens de bem que não se revoltam?
 
Ana Maria C. Bruni
 

Salvador,Bahia:22 mulheres agredidas por dia, só em janeiro

Salvador,Bahia:22 mulheres agredidas por dia, só em janeiro

Somente no primeiro mês deste ano foram registradas 733 ocorrências de violência contra a mulher. O dado, fornecido pela Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam), é alarmante e significa dizer que, em média, 22 mulheres são agredidas diariamente. Em todo o ano passado, a mesma delegacia registrou 8.509 ocorrências. Os números de agressões à mulher ocorridas na capital baiana, no entanto, deve ser muito maior – já que nem todas as mulheres denunciam seus agressores.
A violência contra a mulher é algo secular e existem várias formas de violência, como lesão corporal (socos, pontapés, bofetões, estupro e etc.), atos de luxúria e ameaça de morte. Nem todas as agressões deixam marcas corporais, como é o caso das ofensas verbais, que causam dores que ultrapassam a dor física, como humilhações e torturas.
A dona de casa Maria. G J. C., de 54 anos, disse que sofre todos os dias com os xingamentos e humilhações do seu marido. "Ele me deu um murro no rosto que me fez desfalecer. As marcas físicas sumiram, mas permanece o que mais me tortura: as ofensas verbais. Ele me diz coisas como 'você não serve mais para nada, além de lavar e cozinhar', os xingamentos são os mais baixos possíveis", desabafou a dona de casa.
Este é apenas um, entre as centenas de casos que acontecem diariamente e são omitidos pelas mulheres, que acabam pagando um preço muito alto pelo silêncio, que é reflexo do medo, da dependência psicológica e financeira. Como o caso de Maria, que sofre com a agressão verbal há mais de 10 anos e que, por não trabalhar e não ter para onde ir, vive em constante sacrifício.
A delegada titular do Deam, Celi Carlos, disse que, apesar do silêncio de muitas mulheres, os números de denúncias têm aumentado. "O grande número de ocorrências registradas, atualmente, é um sinal de que muitas mulheres, apesar das ameaças e das dependências estão tomando coragem, e denunciando seus agressores", explicou.
A violência contra a mulher, não está restrita a classe social e não escolhe raça ou idade. O que pesa na hora de denunciar o agressor é a dependência entre as pessoas de maior poder financeiro as mulheres. Por conta disso, elas acabam se calando contra a violência recebida por medo, vergonha ou dependência amorosa

Independência feminina ajuda a denunciar
A delegada explicou que a violência contra a mulher sempre existiu e que é reflexo de uma sociedade machista, mas que essa cultura tende a diminuir, principalmente, pela inserção da mulher no mercado de trabalho. "As mulheres estão mais independentes e isso ajuda muito na hora de denunciar, mas o que mais preocupa são aquelas dependentes emocionalmente, que têm condições financeiras, mas que acham que não conseguem viver sem o parceiro. Esse desapego é o mais complicado", explicou.
A mulher violentada deve ter coragem para denunciar o agressor, seja uma violência física ou moral. Dessa forma, ela estará protegida contra futuras agressões, além de incentivar outras mulheres. A delegada ressaltou que, enquanto houver a ocultação do crime sofrido, a solução para esse problema fica mais difícil, contando apenas com as denúncias anônimas.
A Lei Maria da Penha conceitua e define as formas de agressões sofridas por mulheres no cotidiano: violência física, psicológica, sexual, patrimonial e moral. Conforme a delegada Celi Carlos, o número de denúncias está crescendo em decorrência da Lei Maria da Penha, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em agosto de 2006, que aumentou o rigor das punições por agressões contra a mulher ocorridas no âmbito familiar.
Com base na Lei Maria da Penha, os agressores podem ser presos em flagrante ou terem prisão preventiva decretada. O tempo de detenção para os agressores é de até três anos. Além disso, a violência doméstica contra mulheres é considerada do tipo penal pública, que não precisa da autorização da vítima para o prosseguimento da investigação.

Por Lucy Andrade
Fonte: Tribuna da Bahia
 
No Blog da Vera Mattos

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Horror no Paraná

Um rapaz morreu sábado ao tentar salvar a namorada de uma tentativa de estupro em uma trilha do Morro do Boi, em Caiobá, município de Matinhos, no Paraná. Segundo informações do Corpo de Bombeiros, que foi acionado na manhã de ontem pela família, o casal teria ido para o local para passar o final de semana no litoral com a família do rapaz, de 22 anos.

Os jovens encontraram um desconhecido na trilha que, ao ser perguntado sobre a Praia dos Amores, se ofereceu para conduzi-los até lá. Ao chegarem à praia, o desconhecido tentou abusar sexualmente dela, dentro de uma gruta existente no local. O namorado reagiu e foi baleado no peito. Ela tentou fugir e levou dois tiros nas costas, um na região da coluna lombar e outro no lado direito das costas. Segundo os bombeiros, o criminoso fugiu e voltou ao local mais tarde, quando estuprou a moça que não tinha condições de se locomover devido aos tiros.

As equipes de resgate do Corpo de Bombeiros, junto com o pai do jovem que acompanhava as buscas, encontraram o casal na tarde de ontem. Uma embarcação do Corpo de Bombeiros foi utilizada para trazer a jovem até a Praia Mansa de Caiobá, de onde seguiu em uma ambulância até o quartel de Matinhos, sendo encaminhada na sequência de helicóptero até o Hospital Regional de Paranaguá. O corpo do rapaz foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Curitiba.
 
Fonte UOL
...
Isto não pode continuar.
Os homens brasileiros não estão preparados para absorver toda esta carga sexual que a midia apresenta diariamente.
Estão desenfreados, enlouquecidos pelo sexo!
Estrupros, pedofilia se tornam fatos corriqueiros para mentes psicóticas, seguidas de mortes e violência aterrorizantes!
Que o povo brasileiro retorne para suas igrejas e cultos. Afastem-se de programas e noticiários apelativos.
Que o Senado recomende as Redes de TV uma programação mais sadia, mais edificante e construtiva para nosso povo.
Urge uma reformulação moral e ética em nosso país!
 
Simplesmente estes horrores não podem continuar!
 
Ana Maria C. Bruni

domingo, 1 de fevereiro de 2009

FJ Curso Cuidadores de Idosos


Aqui você assiste o video da Reportagem da Rede Bahia.

 
http://ibahia.globo.com/bahiameiodia/BMD_pop_video.asp?video=bmd_sab_04.wmv&ext.asx
 
A Fundação Maria Lúcia Jaqueira de Mattos prestando orientações e cursos para idosos

CURSO CUIDADOR DE IDOSOS

Inscreva-se na Igreja da Vitória, Largo da Vitória, Paróquia da Vitória.
Contatos: 71- 3011 1188
http://fundacaojaqueira.blogspot.com/

e-mail:
fundacaojaqueira@yahoo.com.br

Neste domingo de Deus

Salmos 37

Salmos 37:1 NÃO te indignes por causa dos malfeitores, nem tenhas inveja dos que praticam a iniqüidade.

Salmos 37:2 Porque cedo serão ceifados como a erva, e murcharão como a verdura.

Salmos 37:3 Confia no SENHOR e faze o bem; habitarás na terra, e verdadeiramente serás alimentado.

Salmos 37:4 Deleita-te também no SENHOR, e te concederá os desejos do teu coração.

Salmos 37:5 Entrega o teu caminho ao SENHOR; confia nele, e ele o fará.

Salmos 37:6 E ele fará sobressair a tua justiça como a luz, e o teu juízo como o meio-dia.

Salmos 37:7 Descansa no SENHOR, e espera nele; não te indignes por causa daquele que prospera em seu caminho, por causa do homem que executa astutos intentos.

Salmos 37:8 Deixa a ira, e abandona o furor; não te indignes de forma alguma para fazer o mal.

Salmos 37:9 Porque os malfeitores serão desarraigados; mas aqueles que esperam no SENHOR herdarão a terra.

Salmos 37:10 Pois ainda um pouco, e o ímpio não existirá; olharás para o seu lugar, e não aparecerá.

Salmos 37:11 Mas os mansos herdarão a terra, e se deleitarão na abundância de paz.

Salmos 37:12 O ímpio maquina contra o justo, e contra ele range os dentes.

Salmos 37:13 O Senhor se rirá dele, pois vê que vem chegando o seu dia.

Salmos 37:14 Os ímpios puxaram da espada e armaram o arco, para derrubarem o pobre e necessitado, e para matarem os de reta conduta.

Salmos 37:15 Porém a sua espada lhes entrará no coração, e os seus arcos se quebrarão.

Salmos 37:16 Vale mais o pouco que tem o justo, do que as riquezas de muitos ímpios.

Salmos 37:17 Pois os braços dos ímpios se quebrarão, mas o SENHOR sustém os justos.

Salmos 37:18 O SENHOR conhece os dias dos retos, e a sua herança permanecerá para sempre.

Salmos 37:19 Não serão envergonhados nos dias maus, e nos dias de fome se fartarão.

Salmos 37:20 Mas os ímpios perecerão, e os inimigos do SENHOR serão como a gordura dos cordeiros; desaparecerão, e em fumaça se desfarão.

Salmos 37:21 O ímpio toma emprestado, e não paga; mas o justo se compadece e dá.

Salmos 37:22 Porque aqueles que ele abençoa herdarão a terra, e aqueles que forem por ele amaldiçoados serão desarraigados.

Salmos 37:23 Os passos de um homem bom são confirmados pelo SENHOR, e deleita-se no seu caminho.

Salmos 37:24 Ainda que caia, não ficará prostrado, pois o SENHOR o sustém com a sua mão.

Salmos 37:25 Fui moço, e agora sou velho; mas nunca vi desamparado o justo, nem a sua semente a mendigar o pão.

Salmos 37:26 Compadece-se sempre, e empresta, e a sua semente é abençoada.

Salmos 37:27 Aparta-te do mal e faze o bem; e terás morada para sempre.

Salmos 37:28 Porque o SENHOR ama o juízo e não desampara os seus santos; eles são preservados para sempre; mas a semente dos ímpios será desarraigada.

Salmos 37:29 Os justos herdarão a terra e habitarão nela para sempre.

Salmos 37:30 A boca do justo fala a sabedoria; a sua língua fala do juízo.

Salmos 37:31 A lei do seu Deus está em seu coração; os seus passos não resvalarão.

Salmos 37:32 O ímpio espreita ao justo, e procura matá-lo.

Salmos 37:33 O SENHOR não o deixará em suas mãos, nem o condenará quando for julgado.

Salmos 37:34 Espera no SENHOR, e guarda o seu caminho, e te exaltará para herdares a terra; tu o verás quando os ímpios forem desarraigados.

Salmos 37:35 Vi o ímpio com grande poder espalhar-se como a árvore verde na terra natal.

Salmos 37:36 Mas passou e já não aparece; procurei-o, mas não se pôde encontrar.

Salmos 37:37 Nota o homem sincero, e considera o reto, porque o fim desse homem é a paz.

Salmos 37:38 Quanto aos transgressores, serão à uma destruídos, e as relíquias dos ímpios serão destruídas.

Salmos 37:39 Mas a salvação dos justos vem do SENHOR; ele é a sua fortaleza no tempo da angústia.

Salmos 37:40 E o SENHOR os ajudará e os livrará; ele os livrará dos ímpios e os salvará, porquanto confiam nele.

"O que não queremos ver...",

Filme revela violência contra mulher e criança no interior do Brasil

"O que não queremos ver...", esse é o tema da mesa de debates da Federação Nacional dos Médicos (Fenam) em conjunto com o Sindicato dos Médicos de Pernambuco (Simepe) e Sindicato dos Médicos do Pará (Sindmepa), no Fórum Social Mundial. A realidade da violência contra mulher, abuso sexual de crianças e o trabalho escravos serão abordados no debate do dia 30 de janeiro.

A atividade contará com o lançamento do filme "Pela Vida... Pelo Tempo", uma obra que mistura ficção e realidade vivenciada nas cidades do interior de Pernambuco e de todo o país. E debate com médico Ricardo Paiva, diretor do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco - Cremepe e do Simepe e o padre Ricardo Rezende, do Movimento Humanos Direitos, do Rio de Janeiro, referencia nacional da discussão sobre violência contra a mulher e criança. O evento acontecerá na sala KP12 da Universidade Federal do Pará, das 8h30 às 11h30.

O longa metragem de 1h20min é fruto do trabalho realizado com participantes da Caravana das Entidades Médicas de Pernambuco (Simepe e Cremepe), que percorreram os 183 municípios do estado mais o distrito de Fernando de Noronha, observando a condição social e de saúde dessas comunidades.

Segundo a médica Carla Bezera, diretora do Simepe, a violência contra a criança e a mulher eram recorrentes. "Percebemos isso no início das viagens e criamos um grupo teatral que abordava o tema e divulgava as formas de combate a essa violência, como o disque denúncia. Depois nasceu o filme", explicou Carla.

Para Ricardo Paiva a divulgação desse filme em festivais, comunidades, sites da internet, visa sensibilizar a população para as questões da violência contra a mulher e violência sexual. "Essas mazelas aliadas ao tráfico de seres humanos, é o terceiro crime com maior impacto econômico no Brasil e no mundo e que ocasiona traumas as mulheres que duram por toda a vida", falou Ricardo.
http://www.diariodopara.com.br/noticiafull.php?idnot=27463